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Como Aumentar as Gorjetas: Usar Maquilhagem

Em Persuasão, Psicologia Social, Psicologia do Consumidor a Fevereiro 8, 2010 por Bruno Ribeiro Tagged: , ,

As gorjetas representam uma parte significativa da remuneração total dos empregados de mesa. Tratando-se de uma componente altamente variável e que está dependente tanto da performance dos empregados como – se calhar sobretudo – da “boa vontade” dos clientes, é natural que quem dependa de gorjetas para aumentar o seu rendimento mensal desenvolva estratégias que levem a um aumento no número de gorjetas recebidas, bem como no aumento do valor de cada gorjeta.

Uma dessas estratégias, pelo menos para o caso das senhoras, passa pelo uso de maquilhagem! O objectivo da maquilhagem passa por tornar quem a usa mais atraente, um efeito que tem reflexo no volume de gorjetas que as empregadas de mesa recebem da parte dos clientes masculinos, já que o uso de maquilhagem não parece ter qualquer efeito sobre as gorjetas dadas por clientes do sexo feminino.
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Descontos: O que os Consumidores Querem das Marcas nos Social Media

Em Social Media a Fevereiro 1, 2010 por Bruno Ribeiro Tagged: , , ,

Um artigo no site eMarketeer dá conta de dois interessantes estudos sobre os principais motivos pelos quais os utilizadores de redes sociais se associam a marcas: descontos ou negócios exclusivos! Os utilizadores destas plataformas não estão à procura de conversas ou de encontrar um lado humano nas marcas; procuram isso sim maximizar os seus proveitos obtendo informações ou benesses. Basicamente actuam como coleccionadores de cupões de desconto online.

Isto não quer dizer que a relação entre utilizador online e marcas se restrinja apenas e só ao aspecto utilitarista. No estudo mais recente citado, obter informação acerca de novos produtos e/ou serviços também foi destacado pelos sujeitos como uma aspecto importante para se tornarem fãs de uma marca no Facebook ou seguirem o seu perfil no Twitter. Há claramente espaço para uma maior interacção entre marcas e fãs para além da publicitação de negócios.

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Seres Cada Vez Mais Sociais

Em Social Media, Web a Janeiro 26, 2010 por Bruno Ribeiro Tagged:

Um novo estudo da Nielsen demonstra, comparando dados de 2008 e 2009, que o tempo despendido em redes sociais aumentou 82% num ano! Cada vez mais as pessoas passam o seu tempo online em redes sociais – Facebook, MySpace, Twitter -o que pode ser facilmente constatado com uma visita ao Top 20 de sites a nível mundial compilado pela empresa Alexa, lista dominada por motores de busca, redes sociais, ou plataformas de partilha e de cooperação.

Cada vez mais a web se torna no espaço social de eleição para milhões de pessoas, que se encontram dispostas a discutir e a conversar mais abertamente sobre assuntos que normalmente estariam restritos a um número reduzido de pessoas. Online as esferas pessoais e sociais confundem-se e as fronteiras entre ambas são mais permeáveis do que aquilo que sucede “cá fora”. E esta é uma tendência que tende a crescer nos próximos tempos – o que acabará por originar movimentos contrários de nicho em que alguns utilizadores optarão por menos partilha.

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Publicidade: Medir a Recordação Não Chega

Em Estudos de Mercado, Publicidade a Janeiro 14, 2010 por Bruno Ribeiro Tagged: ,

De acordo com este artigo do MKTONLINE o Pingo Doce mantém a liderança na recordação publicitária para o mês de Novembro, de acordo com o estudo Publivaga da Marktest. Esta não é a primeira notícia sobre o assunto, e é sem dúvida parte da estratégia do Pingo Doce demonstrar que os seus anúncios funcionam e têm sucesso, mesmo tendo em conta as críticas que lhes foram sendo feitas. Pessoalmente, acho que avaliar o impacto de uma campanha tendo apenas por base a recordação da mesma é pouco menos do que irrelevante.

Medir a recordação de um anúncio parece ter sido a forma encontrada pelas agências de publicidade – com o conluio da indústria de estudos de mercado – de demonstrarem aos seus clientes que é possível “emprestar” algo de científico à análise do sucesso de uma campanha. A lógica é simples: se os consumidores recordam a publicidade, então o investimento foi um sucesso! Isto não é mais do que a aplicação da teoria de que não existe má publicidade, o que interessa é que se fale, ou no caso, se recorde.

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Popularidade vs Influência

Em Blogs, Marketing, PR, Persuasão, Publicidade a Janeiro 7, 2010 por Bruno Ribeiro Tagged: , , , , , , , , ,

Nós, humanos, gostamos de rankings. E de listas. No fundo gostamos de categorizar. Ou melhor, necessitamos de categorizar para criarmos algum sentido de ordem em ambientes tão diversos e ambíguos como aqueles que o Mundo nos oferece. Esta necessidade de listar e de categorizar foi exponenciada pela web – até porque é uma excelente estratégia de linkbait. Não há 1 dia em que não encontre um post num blog ou um artigo em algum site com o Top [inserir número] de qualquer coisa. Sobretudo neste período de transição entre o velho e o novo ano.

No que diz respeito à web social, é normal encontrar listas e rankings dos bloggers ou perfis do Twitter mais influentes. O problema é que raramente esses rankings e listas utilizam o conceito de influência como medida. O mais comum é a lista de influentes ser na realidade uma lista de popularidade, indicando os blogs com mais visitas ou os perfis com mais seguidores. O que me parece é que para muita gente influência e popularidade são uma e a mesma coisa, quando na realidade são noções diferentes mesmo que se cruzem e interajam.
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