Arquivo de Julho, 2008

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As Organizações Não Governamentais Deviam Ter Blogs

In Social Media on Julho 31, 2008 por Bruno Ribeiro Tagged: , ,

Se é verdade que os blogs, e os social media em geral, constituem boas oportunidades para as empresas – assumindo que não cometem erros – penso que essas oportunidades e potenciais benefícios são ainda maiores no caso das Organizações Não Governamentais (ONG). As ONG’s têm duas características que as tornam candidatas ideais para o uso de blogs: não disporem de fundos elevados (na maioria dos casos) para serem gastos em comunicação; serem instituições, que pela natureza do seu trabalho, estão mais próximas dos consumidores – uso aqui a palavra no sentido lato de quem consome algo (ex. informação) e não apenas de quem compra algo – e têm, à partida, uma melhor relação com estes.

A verdade é que a minha pesquisa por blogs de ONG’s portuguesas foi infrutífera. Das várias que pesquisei, nenhuma tem um blog, nem apresenta no seu site qualquer evidência do uso dos social media. Como é óbvio, não conheço todas as ONG’s nacionais e posso ter cometido algum erro na pesquisa, pelo que se alguém souber de algum caso de um blog de uma ONG agradeço que o indique nos comentários.

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Links do Dia: 31.07.08

The idea of “influence” fascinates me. I have written about Granovetter’s strength of weak ties, the importance of curiosity over influence and the democracy of action — and each time I wonder how influence does, or should relate to social media.

Viral marketing is the process of using peer-to-peer communications in order to rapidly spread information about a brand or message. The term ‘viral’ stems from the concept of a ‘virus’, a self-perpetuating phenomenon which infects whatever it comes in contact with, spreading itself in an expanding outward arc. Your message is the virus. The carriers are your audience.

Publicado Julho 31, 2008 por Bruno Ribeiro

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Blogs Corporativos: Qual o Foco Ideal para este tipo de Blogs?

In Social Media on Julho 30, 2008 por Bruno Ribeiro Tagged: , , ,

Tal como acontece com os blogs pessoais, os blogs corporativos podem centrar-se num único ou em vários tópicos. Mas mais importante do que os temas, que estão relacionados com o tipo de negócio da empresa em questão, está o enfoque que é dado ao blog, isto é, sobre o que se irá centrar o blog e quais os tópicos sobre os quais se irá escrever.

Pode parecer um pouco confuso estar a falar de tópicos e de foco do blog como coisas distintas, mas podemos colocar o primeiro a nível mais prático, dos posts escritos, enquanto o segundo estaria mais um nível conceptual, como linha orientadora do blog e que ditaria quais os tópicos a serem abordados neste. Na minha opinião é possível distinguir 5 tipos de blogs corporativos de acordo com o enfoque que estes seguem: 1) focado na empresa; 2) focado num departamento da empresa; 3) focado no produto; 4) focado no mercado; 5) focado num indivíduo da empresa. Analisemos cada uma das alternativas:

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Links do Dia: 30.07.08

À semelhança de outros posts que já escrevi sobre o mesmo tema, aqui partilho o que a experiência de mais de três anos a blogar me ensinou. Algumas ideias poderão servir-vos, outras não; se vos servir, óptimo; se não, paciência, passem à frente.

If there’s a hot new social media trend happening, you can bet that companies are trying to find a way to use it too. It happened of course with blogging, it happened with Twitter, and it is now happening with FriendFeed and other lifestreaming apps.

Publicado Julho 30, 2008 por Bruno Ribeiro

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Links do Dia: 29.07.08

Markets love icons. We seek them out. Placeholders, shorthand for a bigger idea or a shortcut to a good enough solution.

Marilyn Monroe is an icon. You can use her image and say a lot, instantly. Same with the Mona Lisa.

Over the past few years I’ve had an uncomfortable sense that someone, or something, has been tinkering with my brain, remapping the neural circuitry, reprogramming the memory. My mind isn’t going—so far as I can tell—but it’s changing. I’m not thinking the way I used to think. I can feel it most strongly when I’m reading. Immersing myself in a book or a lengthy article used to be easy. My mind would get caught up in the narrative or the turns of the argument, and I’d spend hours strolling through long stretches of prose. That’s rarely the case anymore. Now my concentration often starts to drift after two or three pages. I get fidgety, lose the thread, begin looking for something else to do. I feel as if I’m always dragging my wayward brain back to the text. The deep reading that used to come naturally has become a struggle.

Publicado Julho 29, 2008 por Bruno Ribeiro