Arquivos mensais: Junho 2009

O Douro: Uma das Maravilhas da Natureza

Não sendo este o propósito deste blog não posso deixar de lançar um repto aos leitores, seguindo o exemplo do pessoal do Lugares Mesmo Comuns, de votarem no Rio  e Vale do Douro na iniciativa New 7 Wonders of Nature.

Neste momento o Douro está em 13º lugar na categoria Lake, Rivers and Waterfalls sendo que apenas os 11 primeiros de cada categoria avançarão para a fase seguinte.

O meu apelo ao voto tem 2 razões: 1) acredito que a paisagem do Douro é uma das mais belas do planeta; 2) a presença da região na lista final de 77 representará um forte incentivo económico através do turismo.

Como tal, apelo uma vez mais ao vosso voto que podem efectuar através do seguinte endereço: http://www.new7wonders.com/nature/en/vote_on_nominees/

Quem tiver dúvidas quanto ao mérito do voto, só tem de se dirigir a este link do Flickr e constatar a beleza do Douro em milhares de fotos como esta que aqui deixo da autoria de Francisco-PortoNorte:

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Agora Já É Passado: A Necessidade das Empresas de Monitorizarem as Notícias

Se mais exemplos fossem precisos os acontecimentos das última semana e meia vieram uma vez mais demonstrar que vivemos num Mundo hiperconectado em que o agora é cada vez mais curto. Os social media quebraram (quase) todas as barreiras comunicacionais e é cada vez mais difícil impedir que uma notícia não viaje pelo Mundo fora limitada apenas pela velocidade da ligação à Internet.

Isto exige que a capacidade de reacção e adaptação tem de ser imediata. Já não há tempo para planear, para ver como as coisas se desenvolvem antes de se responder. A capacidade de avaliação de uma situação e de decisão das escolhas mais acertadas – o que é diferente de escolhas certas – é algo que os profissionais actuais têm de desenvolver para poderem ‘sobreviver’ e evoluir no mercado laboral. E esta é uma realidade que não se reporta apenas aos meios noticiosos, emboram sejam estes aqueles que mais facilmente associamos a constante actualização e monitorização dos acontecimentos. Também as empresas têm de começar a perceber as vantagens de monitorizar os acontecimentos globais no sentido de evitar crises e/ou aproveitar ‘marés’ proveitosas.

A crise iraniana, a morte de Ed McMahon, de Farrah Fawcett e – o acontecimento de maior impacto – a morte de Michael Jackson criaram um verdadeiro furacão mediático que testou as capacidades dos principais jornais e sites noticiosos de se adaptarem minuto-a-minuto aos acontecimentos. Mas, centrando-me exclusivamente no caso de Michael Jackson, também estes acontecimentos testaram a capacidade das empresas de se adaptarem ao ritmo do Mundo.

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Qual a Melhor Forma das Empresas Usarem os Social Media?

Esta é a pergunta para os 250 mil euros!

Cada vez mais (felizmente!) as empresas estão a começar a compreender o potencial que os social media podem ter no estabelecer de relações com os consumidores e a procurarem implementar planos estratégicos que incorporem estes meios nos tradicionais planos de marketing, de comunicação ou ambos. Como acontece com tudo o que é novo – em termos de adopção empresarial no caso concreto – é difícil estabelecer qual a forma correcta de usar estas tecnologias. Daí a pergunta do título deste post ser muito frequente.

A resposta é simples: nenhuma e todas!

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Os Erros das Sondagens de Opinião e a Demagogia Política

Apesar de já levar uma semana de atraso, não quero deixar de dar aqui o meu contributo para a discussão sobre as discrepâncias entre os resultados eleitorais e as previsões avançadas pelas várias sondagens realizadas durante a campanha. Como ponto prévio, devo dizer que o alarido todo que se fez – sobretudo no caso do CDS – serve mais como aproveitamento político do que como crítica justa, sendo que a propostas de proibir a divulgação de sondagens no período de campanha apresentada por este partido um completo absurdo.

Posto isto, não há como negar que as empresas e institutos que realizaram sondagens durante as Europeias falharam redondamente! E falharam sobretudo devido à elevada abstenção que deturpa os resultados obtidos nas sondagens. Isto porque os dados das sondagens não reflectem a importância que a abstenção tem ou terá sobre os resultados finais de uma forma inteiramente fidedigna. Será possível fazê-lo? De momento não conheço nenhuma metodologia que permita efectuá-lo com a precisão desejada, mas será necessário aperfeiçoar a existente para evitar nova derrapagem.

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Questões de Design: Como uma Palavra pode Causar Confusão no Trânsito

Quem circula na A41, a Circular Regional Exterior do Porto (CREP), no sentido Perafita-Maia encontra na primeira saída dois possíveis destinos: o Aeroporto Francisco Sá Carneiro ou a Via Regional Interior (VRI) que permite aceder à cidade do Porto, a Matosinhos ou fazer a ligação com a A3 (Braga) ou A4 (Vila Real). A escolha do destino é feita através de uma bifurcação: à esquerda o Aeroporto, à direita a VRI. Para além da sinalização que antecede a saída, os condutores encontram – na bifurcação – sinalização indicando qual a via para o Aeroporto e qual a que dá acesso à VRI. Para além das placas, cujo aviso chega tarde de mais para uma tomada de decisão, estão pintadas na faixa que dá acesso ao Aeroporto as seguintes palavras:

AEROPORTO

O resultado disto é que se torna normal ver condutores que não conhecem a estrada a ficarem indecisos sobre qual o caminho a seguir e a terem mais tarde de voltar para trás!
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