Monthly Archives: Julho 2010

O Toque de Uma Mulher Pode Aumentar Vontade de Correr Riscos Financeiros

O toque feminino é visto muitas vezes como sendo perigoso. Um estudo recente na área dos processos de tomada de decisão veio demonstrar que de facto um simples toque de uma mulher pode ser suficiente para levar pessoas a tomarem mais riscos a nível financeiro. O estudo limitou-se a avaliar em que medida é que os sujeitos (de ambos os sexos) estariam dispostos a correr riscos financeiros (investir vs apostar) em função da sua sensação de segurança. Quanto mais seguros se sentiam os sujeitos, maiores eram os riscos assumidos.

E o que tem isso a ver com o toque feminino? Aparentemente, o simples toque no ombro por parte de uma mulher é suficiente para elever a sensação de segurança das pessoas, levando-as a arriscar mais. Quando esse mesmo toque é dado por um homem este aumento do sentimento de segurança e impulso para arriscar mais financeiramente não ocorre.

Os autores colocam a hipótese deste toque ser reminescente do comportamento de uma mãe para com um bebé, tocando-o para que se sinta mais seguro. A reforça esta possibilidade, o efeito verificado no estado é atenuado quando o toque no ombro é substituído por um aperto de mão, algo mais formal.

Imagem: PICT0044, by DanMaudsley

Brincar às Barbies nas Redes Sociais

Às vezes os exemplos de campanhas interessantes utilizando as redes sociais vêm de onde menos se espera, como é o caso da campanha que a Mattel lançou para promover uma nova boneca Barbie com câmara de vídeo incluída. Recorrendo ao Facebook, Twitter e Foursquare a ideia da campanha é relativamente simples: a Barbie resolveu passar as férias a passear pelos EUA onde irá participar em alguns eventos, para os quais os fãs da boneca estão convidados desde que consigam desvendar as pistas que serão dadas via redes sociais sobre a localização dos eventos. Os primeiros fãs a chegarem ao local dos eventos ganham uma Barbie Video Doll. Simples, prático, divertido e interactivo.

Pode parecer um pouco estranho uma marca de brinquedos dirigidos a um público que não está – nem pode estar – nas redes sociais utilizar estes canais para se promover, mas a ideia não é promover a marca Barbie para crianças. O objectivo parece passar por promover a marca para adultos que tenham filhos mas, sobretudo, para adultos entusiastas da marca, um pouco como a LEGO faz para a comunidade Adult Fans Of Lego (AFOL). Tal como a LEGO, o brinquedo Barbie é cada vez mais um objecto de nostalgia e de coleccionismo – o que não quer dizer que não tenha sucesso junto das crianças. Saber utilizar os novos meios de comunicação para manter viva uma comunidade é prova de que a Mattel sabe bem o potencial do seus produtos e como os promover – para quem tivesse dúvidas quanto ao facto.

O Poder dos Seios na Publicidade

Os seios humanos cativam atenções! Seja homem ou mulher, raramente alguém fica indiferente ao peito feminino. O poder que os seios têm sobre a atenção humano, e o fascínio que provocam tornam-nos “armas” de ataque à nossa atenção. Não é por acaso que são usados frequentemente no meio publicitário: quando tudo o resto falha, a solução passa por colocar uma modelo de bikini a promover um produto (mais sobre isto aqui).

Caso prático: anúncio da Perrier com Dita von Teese

O foco deste anúncio é única e simplesmente Dita von Teese e o seu comportamento lascivo. O grande destaque os seus seios. Será que isso vai levar mais pessoas a comprar água Perrier? O consumidor comum talvez não, mas o público-alvo deste anúncio (homem, classe alta/média-alta, que gosta de parecer sofisticado) irá criar uma atitude positiva para com a marca que poderá no acto de compra ser suficiente para a escolher. Quantos atribuirão essa escolha aos seios de Dita von Teese? Provavelmente nenhum! E o mais certo é que estejam a falar verdade por não terem noção de que são influenciados pelo peito de uma modelo.

Terá a Best Buy Metido Água?

A Best Buy é vista, justamente, como um dos exemplos de sucesso de empresas que aderiram e integraram a Web Social nas suas práticas corporativos. Iniciativas como a Blue Shirt Nation, a rede social dos funcionários da Best Buy, ou a Twelpforce, que recentemente venceu o Titanium Grand Prix em Cannes, são provas disso mesmo. Mas mesmo os melhores podem encontrar-se em situações menos desejadas como aconteceu por causa deste vídeo:

O que tem este vídeo a ver com a Best Buy? Nada a não ser o facto de ter sido criado por um funcionário da empresa que corre o risco de ser despedido pelo facto, de acordo com este post do TechCrunch. Como é referido no post, dificilmente alguém ligaria o caso à Best Buy; agora é natural que o façam.

Continuar a ler