Janeiro 14, 2010
por Bruno Ribeiro
De acordo com este artigo do MKTONLINE o Pingo Doce mantém a liderança na recordação publicitária para o mês de Novembro, de acordo com o estudo Publivaga da Marktest. Esta não é a primeira notícia sobre o assunto, e é sem dúvida parte da estratégia do Pingo Doce demonstrar que os seus anúncios funcionam e têm sucesso, mesmo tendo em conta as críticas que lhes foram sendo feitas. Pessoalmente, acho que avaliar o impacto de uma campanha tendo apenas por base a recordação da mesma é pouco menos do que irrelevante.
Medir a recordação de um anúncio parece ter sido a forma encontrada pelas agências de publicidade – com o conluio da indústria de estudos de mercado – de demonstrarem aos seus clientes que é possível “emprestar” algo de científico à análise do sucesso de uma campanha. A lógica é simples: se os consumidores recordam a publicidade, então o investimento foi um sucesso! Isto não é mais do que a aplicação da teoria de que não existe má publicidade, o que interessa é que se fale, ou no caso, se recorde.
ler mais »
Gostar disto:
Be the first to like this artigo.
Publicado em Estudos de Mercado, Publicidade |
Deixar um Comentário »
Julho 22, 2009
por Bruno Ribeiro
Via Brief do Lombo, tomei conhecimento desta apresentação da OAK Brands sobre as Gerações X e Y de Portugal. Antes de sequer tecer qualquer comentário, recomendo que vejam a apresentação e reflictam sobre a mesma porque vale a pena
ler mais »
Gostar disto:
Be the first to like this artigo.
Publicado em Estudos de Mercado, Psicologia do Consumidor, Social Media |
4 Comentários »
Julho 14, 2009
por Bruno Ribeiro
O mundo empresarial britânico está em ‘choque’ devido a um memo escrito por um estagiário de 15 anos da Morgan Stanley acerca do uso que os adolescentes no que aos media diz respeito. O memo, escrito por Matthew Robson, pode ser lido na integra aqui.
Depois de ter lido aquilo que Robson escreveu, só tenho 2 pensamentos: 1) o mundo empresarial não conhece os adolescentes, caso contrário não ficaria surpreendido e chocado com o memo; 2) o mundo empresarial é facilmente impressionável por qualquer relato que seja feito sobre novas tecnologias.
Aquilo que o memo diz é simples: os adolescentes gostam de coisas novas, fáceis de utilizar, que lhe providenciam um estatuto junto dos amigos e que seja gratuitas! Acima de tudo gostam de estar com os amigos e de partilharem com eles experiências. E isto é novidade onde? Será que os funcionários da City não se recordam do que é ser adolescente?
ler mais »
Gostar disto:
Be the first to like this artigo.
Publicado em Estudos de Mercado, Psicologia Social, Social Media |
2 Comentários »
Junho 15, 2009
por Bruno Ribeiro
Apesar de já levar uma semana de atraso, não quero deixar de dar aqui o meu contributo para a discussão sobre as discrepâncias entre os resultados eleitorais e as previsões avançadas pelas várias sondagens realizadas durante a campanha. Como ponto prévio, devo dizer que o alarido todo que se fez – sobretudo no caso do CDS – serve mais como aproveitamento político do que como crítica justa, sendo que a propostas de proibir a divulgação de sondagens no período de campanha apresentada por este partido um completo absurdo.
Posto isto, não há como negar que as empresas e institutos que realizaram sondagens durante as Europeias falharam redondamente! E falharam sobretudo devido à elevada abstenção que deturpa os resultados obtidos nas sondagens. Isto porque os dados das sondagens não reflectem a importância que a abstenção tem ou terá sobre os resultados finais de uma forma inteiramente fidedigna. Será possível fazê-lo? De momento não conheço nenhuma metodologia que permita efectuá-lo com a precisão desejada, mas será necessário aperfeiçoar a existente para evitar nova derrapagem.
ler mais »
Gostar disto:
Be the first to like this artigo.
Publicado em Estudos de Mercado |
Deixar um Comentário »
Março 3, 2009
por Bruno Ribeiro
Um artigo publicado na New York Magazine por Will Leicht colocou em causa a validade dos trabalhos qualititativos das empresas de Estudos de Mercado nos EUA – e também por todo o Globo. No artigo intitulado ‘Group Thinker‘, Leicht explica como conseguiu ‘viver’ à custa dos focus groups, explicando aos seus leitores como é possível fazerem o mesmo.
Como é óbvio, trata-se de um artigo que não caiu bem junto das empresas de estudos de mercado já que se trata de uma real ameaça ao seu modelo de negócio – algumas empresas dedicam-se quase em exclusivo a estudos qualitativos através de focus groups. Ainda para mais porque surge numa altura em que a técnica – durante muito ano a preferida de muitos marketeers – está gradualmente a perder a importância relativamente a novas metodologias de investigação qualitativa.
ler mais »
Gostar disto:
Be the first to like this artigo.
Publicado em Estudos de Mercado |
Deixar um Comentário »