Monólogos Criativos: A Importância de Falar para a Audiência Certa

De acordo com a Lowe Roche estes são os dados relativos aos gostos, comportamentos e atitudes dos profissionais da área da publicidade. Independentemente dos factos ou da pertinência dos mesmos, o que realmente me interessa neste vídeo é a demonstração de que as pessoas que são responsáveis pelas campanhas são diferentes daquelas a quem as campanhas são dirigidas.

Isto pode parecer óbvio (para não dizer lapalissiano), mas por vezes é uma verdade que fica escondida num qualquer fundo de gaveta. É preciso não esquecer que os gostos pessoais – que terão sempre influência sobre qualquer actividade que façamos – não podem nem devem ditar a direcção do trabalho, caso contrário corre-se o risco de criar algo com resultados internos, mas que não se relaciona minimamente com o público-alvo que se pretende atingir. Isto é tão verdade para a área da publicidade, como para a do marketing e comunicação.

A mensagem tem de ser criada de acordo com o público a que se destina. Caso contrário torna-se um monólogo criativo.

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