Os 3 Anúncios de Destaque do Super Bowl 2014

Todos os anos o período pós-Super Bowl é passado a discutir os vencedores e os vencidos. Nos anúncios, claro está, porque o jogo em si interessa aos adeptos das duas equipas e pouco mais. Este ano, houve 3 anúncios que se destacaram na minha opinião. Um por ser exactamente aquilo que as pessoas gostam de ver, outro pela qualidade da ideia e consequente controvérsia, e finalmente o terceiro pelo facto do final ter estragado completamente o anúncio.

1. Budweiser – Puppy Love

Todos os anos a Budweiser vai a jogo com um “feel good ad” muito ao gosto do público norte-americano. Já são famosos os clysdales que a marca usa como referência. Este ano, para aumentar o factor “fofinho” acrescentaram um cachorrinho labrador que cria uma amizade com um dos cavalos. A marca? Fica sempre em segundo plano porque nunca é o actor principal. Pode-se gostar ou não do estilo de anúncio, mas a verdade é que nunca falhar.

2. Coca-Cola – America is Beautiful

Mais um anúncio que abraça o patriotismo norte-americano, mas com um twist: celebra o multiculturalismo que foi a base do país. O anúncio foi sobretudo falado pela controvérsia daqueles que o acharam uma afronta aos EUA pelo facto de usar outras línguas numa música tradicionalmente americana. Deixando de lado a xenofobia demonstrada por muita gente, é um anúncio muito bem realizado e que se alinha em perfeição com a mensagem de celebração de felicidade que a marca Coca-Cola tem a disseminar.

3. Chrysler – America’s Import

Continuando no tema do patriotismo – que é sempre o principal cliché de recurso no Super Bowl – temos o anúncio da Chrysler que segue a linha que a marca tem apresentado nos últimos anos de colocar uma personalidade famosa a apresentar as vantagens da Chrysler, mas sobretudo de Detroit e das marcas americanas. Depois de Clint Eastwood é a vez de Bob Dylan emprestar a sua voz à Chrysler. Mas ao contrário dos anúncios anteriores onde se louvava a resiliência de Detroit, aqui procura-se mostrar a sua superioridade e originalidade de uma forma quase arrogante. Em todo o caso o anúncio funcionaria bem se terminasse cerca de 20 segundos mais cedo. Terminava mesmo com uma excelente frase:

And what’s made here is made with the one thing you can’t import from anywhere else: American Pride.

Uma excelente forma de terminar o anúncio. Mas a equipa criativa achou que era preciso recorrer a mais uns quantos estereótipos enquanto desvalorizava outras indústrias que também são importantes para os EUA.

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